A minha opinião sobre álbuns que vão saindo para o mercado: de 0 a 10
SISAL gil do carmo – 8 (apesar de algum atraso, foi com agradável surpresa que ouvi este trabalho do filho de Carlos do Carmo. Um excelente disco, made em Portugal, onde as raízes paternas de fado se misturam com sons mais actuais e a voz doce de Gil do Carmo. Excelente som e produção.)
FALLING IN BETWEEN toto – 10 (Claro que um álbum ao vivo de uma das minhas bandas de culto só podia ter 10 estrelas! Todos as grandes canções do passado, mais as melhores do último álbum «falling in between», num som, como sempre, arrasador, sobretudo aquela bateria do Simon Phillips, um dos meus bateristas de eleição)
VIVA LA VIDA coldplay – 7 (Sabendo que estes ilustres senhores não sabem fazer má música, confirma-se, no entanto, a curva descendente dos seus álbuns; depois de obras primas como «parachutes» e «a rush of blood to the head» é difícil fazer melhor; este «viva la vida» apesar do título ser mais próprio de Ricky Martin do que de Chris Martin, tem como melhor faixa essa mesmo, que dá título ao disco; as outras são “apenas” boas canções. Apesar de tudo, recomendável!)
TRIBUTE DO BOBBY mick hucknall - 10 (Se já considerava a voz dos Simply Red uma das melhores do planeta, este álbum é das coisas mais fabulosas que os meus ouvidos jamais ouviram. Simply 10 stars!!!)
MAGIC bruce springsteen – 9 (Apesar de não me considerar um aficionado de Springsteen, este homem é um verdadeiro animal de palco! Este «Magic» leva 9 estrelas porque tem canções lindíssimas, a voz está mais límpida e a mistura é fenomenal bem como o som. A não perder!)
GOOD TO BE BAD whitesnake – 10 (Pois é amigos! A minha banda de Hard Rock favorita ainda mexe e de que maneira! Muito ao estilo de Still of the Night este álbum é brutal! Já não contava ouvir música desta no 3º milénio! O David Coverdale é como o vinho do Porto! É isso mesmo 10 DEZ ESTRELAS!)
11 bryan adams – 8 (nunca este ilustre senhor soube fazer música má! e desta vez também não! Um naipe de belíssimas canções, ao seu estilo, onde as linhas melódicas e a sua rouca voz marcam pontos, como sempre! É mais um daqueles discos que apetece sempre ouvir, sobretudo nos momentos calmos do dia ou em viagem)
KATIE MALUA piece by piece – 8 (Deram-me a conhecer esta senhora com 20 anos de carreira. E que carreira! Adquiri quase toda a sua discografia e vale a pena, pois é uma sensual voz jazzística e este «piece by piece» é muito bom; logo na primeira faixa, um contra baixo que parece estar dentro das minhas wharfedale 9.5 tal é a pureza! Muito bom! )
SPONTANEOUS COMBUSTION liquid trio experiment – 5 (Ora, andava eu pelo site dos meus intocáveis Dream Theater quando vejo o lançamento deste álbum por aqueles que deveriam ser os Liquid TENSION Experiment; acontece que o guitarrista John Petrucci, per certo a braços com o seu álbum a solo, abandonou o projecto e agora apenos o Portnoy e Rudess e o Levin fizeram este disco substituindo TENSION por TRIO. É um álbum esquisito q.b. Muito conceptual e experimental, se quiserem. Musical e melodicamente é pobre; contudo tem um som fabuloso, que fez o meu HI-FI parecer high-end.)
BACK TO BLACK amy winehouse - 7 (esta senhora, cujas ruas da amargura têm pautado um pouco o seu passado, vê agora este trabalho ganhar os principais grammys. Boas canções, num disco onde a sua voz muito «afro», apesar de branca, é o facto mais marcante. Interessante!)
IT’S TIME FOR A LOVE REVOLUTION lenny kravitz – 7 (muito fiel ao seu estilo LK brinda-nos com um disco cheio de pujança, «sujo» quanto baste para uma sonoridade típica deste artista. A ouvir! )
ROCK SWINGS paul anka – 10 (uma obra prima pela raridade do conceito! Grandes e históricos temas do Rock adaptados a swing com (very) big band do chamado Frank Sinatra canadiano; aliás, já me referi anteriormente a Michael Bublé como um fantástico seguidor deste dois monstros. Paul Anka é um deles. Especial atenção ao JUMP dos van halen em swing! Fabulous!!!)
IT´S TIME michael buble - 9 (este álbum já tem 2 anos mas tal como toda a obra deste discípulo de Sinatra é delicioso. Uma voz lindíssima numa atitude muito Broadway que sempre me fascinou com big band à mistura. Isto é música! )
THE LONG ROAD OUT OF EDEN the eagles – 8 (pois é! Eles ainda mexem… e de que maneira! Um excelente álbum duplo repleto de belíssimas canções). Imperdível!
DESTILLED & BOTTLED andré indiana – 6 (boa onda, como é costume,mas longe do fantástico Music for Nations).
IN RAINBOWS radiohead – 2 (estes não podem ser os radiohead do CREEP; um álbum meio ao vivo, estranhíssimo cheio de sons que parecem vir de uma grafonola… enfim, os fãs podem discordar mas para mim é um disco péssimo)
XAILE - 10 (uma produção estonteante de música popular portuguesa; folclore com contornos celtas e vozes arrasadoras, obra prima a não perder)
LIVE 2007 R.E.M – 6 (bom som; porreiro para apreciadores – não é o meu caso em particular)
KILL TO GET CRIMSON mark knopfler – 7 (agradável)
SYSTEMATIC CHAOS dream theater – 8 ( depois de um confuso «train of thougt» e de um obtuso «octavarium» neste álbum temos DT de volta no seu melhor)
STAY simply red – 9 (muito bom, claro)
BLACKBIRD alter bridge – 8 (muito peso, mas do bom)
SENTIMENTO rita guerra – 6 (jeitoso; melhor que o anterior)
IT WON’T TO BE SOON BEFORE LONG maroon 5 – 7 (bom, mas longe do fantástico «songs about jane»)
VOO NOCTURNO jorge palma - 3 (o bem conseguido «encosta-te a mim» não disfarça um álbum pobre)
A ESPUMA DAS CANÇÕES rui veloso – 9 (mais uma obra prima dos mestres veloso e tê)
Man, sem comparar gostos…mas chamares de obra prima ao álbum xaile 9 e A ESPUMA DAS CANÇÕES do Rui é um pouco para o pretencioso…
Radiohead é preciso gostar mesmo, não é só o CREEP, não podes chamar péssimo ao álbum, pouco conheces deles, às vezes é preciso tentar compreender qual a intenção do artista.
” Porque o artista é um bom artista e não havia necessidade …hm “…
Atenção: escreveste trais invés de Train, nos DT
AGORA VOU SER MAUZINHO: MARK KNOPFLER ? BBBRRRRÚÚÚÚAÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ
Mas para dares uma revisãozita, faltam-te p’raí uns 200 álbuns que sairam nos últimos 2 anos, não?
Frost?
LTE I&II?
The Flower Kings?
…….e..e………e……….e…….e..e..e.e..e……e..e..e…e..e..e…e..e..e..e…e..e….e..e..e..e..e..e..e..e.loll
Meu querido: não podes confundir uma coisa factual com o teu gosto pessoal; tens de ouvir um disco e, independentemente de ser ou não do teu gosto, apreciar a qualidade geral incluindo mistura, melodias, vozes, instrumentos etc. Quer queiras quer não, mesmo sem concordares, a cena dos XAILE bem como «a espuma das canções» do Veloso, dentro do panorama tuga, são obras primas dentro dos parâmetros que referi! Ouve-os com atenção e abstrai-te dos teus irredutíveis gostos e da tua postura musical pouquísimo ecléctica, embora obviamente respeitável.
Pelos mesmos critérios o «in rainbows» dos radiohead é mau demais!
Quanto ao Knopfler, eu disse… agradável; e é! Se fores sensato não me consegues dizer que ouvindo o álbum sintas arrepios… É AQUELA música que nos leva lá??? Claro que não! Mas desagradável de ouvir? Nunca tal senhor fez nada disso…
Bom, Baixo, claro que tudo isto se esvai no dogmático chavão «gostos não se discutem!!!» E é isso mesmo, meu! Estes são os MEUS gostos…
Claro que podiam aqui estar 1987446367282 álbuns mas trata-se de um espaço para comentar o que vai saindo para o mercado e não para os nichos de mercado, topas???
Obrigado pelas correcções e curto bués este tipo de discussões via blog… Ahhh! Parabéns pelo teu! Mas em inglês??? BBBRRRUUUUUÀÀÀÀÀÀÀÀÀÀ!
Abraço
Ok. Mas eu referi que “…sem comparar gostos…”.
Emiti a minha opinião…
Abc
Nem mais, companheiro! As tuas opiniões musicais são sempre bem vindas; até porque normalmente apropriam-se ao meu contraditório… lolol
Abraço
Partindo do pressuposto da singularidade de opiniões e gostos pessoais, gostaria de compreender o “BRUUÁÁ” do caro pedrodreamvox relativamente a Mark Knopfler! É certo porém, que para se entender a sua música e texto, ajuda muito passar por vários estágios, diversos estilos de música, crescer como pessoa e enriquecer-se culturalmente. Chegado a esse ponto, compreendê-la-á mais facilmente.
Relativamente à frase “É AQUELA música que nos leva lá???”, gostava que o caríssimo autor deste blog ma fizesse entender. Chegar onde? A adjectivação de “agradável” define-se realmente em quê?
E pegando num outro músico de quem falaram, Rui Veloso, instado numa entrevista do ano passado sobre o facto de Knopfler ser para ele uma referência e um dos seus ídolos, respondeu da seguinte forma à questão “se tivesse nascido em Inglaterra ou Estados Unidos pensa que estaria a esse nível?”:
RV: “Não devemos “brincar” com coisas sérias. Há bandas e músicos que estão num patamar tão superior que não têm qualquer tipo de comparação com a restante maioria.”
Com isto, o Rui mostra que cresceu cultural e musicalmente, e acima de tudo como pessoa.
Um abraço
Caríssimo HNR:
Antes de mais muito obrigado pelo comment e pela elevação do discurso.
Quanto à questão, em causa está uma diferença de gostos musicais entre mim e o meu muito amigo Pedro dream. No fundo, eu sou um eclético e ele é um específico. Mas quanto ao Knopfler, o Pedro não gosta, está no direito dele e nenhum catedrático pode colocar isso em causa. Eu, sendo um fervoroso fã de Dire Straits, o actual universo musical a solo do MK, não me enche as medidas, ou seja´, é a tal expressão: «não me leva lá!!!», quer dizer, é bonito, agradável, bem conseguido, mas…. não é música que se ouça todos os dias; apenas isso! A música que «nos leva lá» é aquela que mexe com o intimo de cada um de nós, que nos toca muito pessoalmente e que não é a nossa cabeça que sente, mas sim a alma. Acho que me faço entender.
Atenção que isto é opinião de músico(s); um músico sente a música de forma diferente de quem não é músico, digo eu.
Mas, sendo absolutamente intocável o estatuto do Mark, posso garantir-lhe que os ultimos discos dele ouvi-os, com prazer, meia duzia de vezes, ao passo, que a ESPUMA DAS CANÇÕES do Veloso, e outros discos seus, ouço… centenas!!! mesmo considerando-se ele próprio um «escravo» do Knopfler.
That´s all….
Um abraço e obrigado mais uma vez pela opinião.
Paulo Carvalho
Nada a acrescentar. Só uma observação:
Se toda a gente tivesse o mesmo gosto, a arte não existitia.
Todos as pinturas seriam iguais.
Todas as esculturas obedeceriam à mesma regra.
Todas as músicas seriam…(in) audíveis.
Toda a gente gostava dos mesmos filmes.
Caríssimo Paulo
Fez-se entender perfeitamente. O universo musical de Knopfler é actualmente bastante diferente do que era com os velhos Straits. E vejo isso até com agrado. Não que goste mais da sua actual faceta (“Private Investigations”, entre outras, serão inalcançáveis hoje em dia), mas porque encerra em si mesma uma continuação da exploração do próprio universo de Knopfler. Mesmo que com isso, se torne menos popular e menos apelativo para a generalidade dos ouvintes.
O abandono do rock clássico tem sido gradual e visível, e penso que “Kill to Get Crimson” é mais um passo nesse sentido. Possivelmente no próximo já nem um “cheirinho” haja!
Curiosamente o Paulo fala de opiniões de músicos. Penso que são eles normalmente os primeiros fãs de Knopfler. Sempre foi assim.
Inclusivamente a revista “Rolling Stone”, que dá uma nota altíssima ao último trabalho, considera (a ele e ao disco) que se destina a uma elite de pessoas que, ou entendem muito bem a música, ou serão músicos por ocupação.
Quanto a mim, que há vinte e poucos anos atrás aprendia música e guitarra, concordo com essa posição. Sei que, tendo mais de vinte anos do instrumento, é-me mais fácil compreender o tipo de construção de Knopfler (e não sou fanático por virtuosismo guitarrístico; consigo olhar lateralmente, e lembrar-me “do” piano do grande Alan Clark ou da fantástica bateria de Pick Withers).
Por outro lado, o inglês do liceu e os três anos a estudar em Londres ajudam-me, e muito, relativamente ao texto. Se com os Straits já era muito bom, a esse nível é actualmente muito melhor.
E é perfeitamente normal que o respeito e admiração, de Dylan a Chet Atkins, de Tina Turner a Emmylou Harris, ou de Clapton a Rui Veloso, aconteça. Eles entendem a música na sua essência.
Inclusivamente até com músicos mais jovens, como os The Killers a gravar “Romeo And Juliet”, ou até Metallica com “Brothers In Arms” (numa versão com um décimo da carga dramática do original e preenchida com yeah’s entre as frases).
Julgo que, e para acabar, meia dúzia de audições é pouco. Assim como ter opiniões vincadas passados um mês ou dois podem ser extemporâneas. Talvez seja eu um pouco lento, ou então demasiado analítico, mas ainda hoje lembro que levei anos para ouvir a tal garrafa de whisky a cair em estilhaços, após a 13ª “batida do coração” (2ª parte) nas “investigações privadas” de Knopfler!
Quanto ao último disco, considero-o “bonito”. Até agora nada mais do que isso. Mas sei que daqui a um ano ou dois (ou talvez mais) compreendê-lo-ei de uma forma mais intensa e profunda, chegando “lá” ao tal ponto que o Paulo referiu.
Um Abraço
Alegre e prazenteira está a cavaqueira!!!
Ilustríssimo HNR: tal como diz, a veia country do Knopfler tem-se vindo a sobrepor, o que torna os últimos trabalhos menos «direstraitizados» do que, por exemplo, o Golden Heart de que gosto imenso. Curioso é o facto do MK já ter trabalhos a solo ainda no tempo dos Straits e que eu aprecio particularmente, onde umas influêcias, diria, celtas caíam a matar. Falo por exemplo de Local Hero e Screenplaying.
Bom, deixemos o homem em paz e que ele continue a criar boa música; goste-se ou não, e aqui até o meu amigo Pedro dream tem de concordar, o MK tem a característica que poucos músicos conseguem ao longo da História – criou um estilo inigualável; podemos ouvir mil guitarras que sabemos qual é a dele; podemos ver um milhão de mãos que há apenas uma com dois dedos no guarda unhas e os outros três a debitarem um som estonteante e a fazer ruir as empresas produtoras de palhetas. Pareço a Florbela Espanca… ah ah ah.
Aludindo à excelência dos Straits, e como baterista que sou, o Pich Withers, depois o Terry Williams (portentoso no Alchemy) eram bons mas o Chris Whitten é o protagonista de um dos melhores sons de bateria ao vivo gravados até hoje; falo obviamente do «fabulástico» On the night.
Um último apontamento: não sei porquê mas logo suspeitei que também fosse músico… É feeling de… músico!
Um abraço e continue a brindar-nos com as suas eloquentes opiniões.
Paulo carvalho
Paulo,
“Thank yooouuuuu” (diria Knopfler) pela resposta séria e coerente!
Em seguida ele começaria a tocar “Sultans Of Swing”, porém eu continuarei com algo bem menos eloquente e interessante!
Curiosamente o Paulo fala de trabalhos a solo com influência celta, sem falar de um disco com esse tipo de influências , que particularmente acho o melhor por ele gravado: “A Shot At Glory”!
Talvez pelo facto de na altura não ter edição programada, além do Reino Unido e Irlanda, e de estar eu nesse preciso momento em Londres (já não a estudar, mas digamos a “veranear”), este disco tornou-se ainda mais especial para mim!
Meses volvidos, quando amigos meus o ouviram (alguns deles não apreciadores de Knopfler), adjectivaram-no de uma maneira que só posso definir como “fabulástico” (termo que muitas vezes emprego e que muito me apraz que também o Paulo o empregue). E foram cópias atrás de cópias…
No actual disco, encontra igualmente raiz celta em canções como “Let It All Go”, “The Fish And The Bird” (fantástica esta metáfora; dois mundos/habitats opostos, incompatíveis e um amor impossível), no mais “pobrezinho” e corriqueiro “Secondary Waltz”, ou ainda na “fabulástica” balada “The Scaffolder’s Wife”.
Outro trabalho a solo que muito aprecio é “Metroland”. Mais jazzístico (um pouco à imagem de “Comfort And Joy”), menos estonteante, mas talvez mais profundo e introspectivo (retratando o conflito das gerações de 60 a 90, entre Paris e Londres).
Relativamente a palhetas, é curioso o desafio a que ele se propôs numa altura destas, ao tocar a grande maioria do novo disco com uma e não “com dois dedos no guarda unhas e os outros três a debitarem um som estonteante…”!
No que concerne à excelência dos Straits, e relativamente à bateria, não esqueçamos que Chris Whitten (sem por de parte Danny Cummings na percussão) tinha que reproduzir o caminho que Pick Withers desbravou, o que Terry Williams fortaleceu, e ainda o que Omar Hakim, Manu Katché e Jeff Porcaro aprimoraram…! É de homem!!!
Um Abraço,
Henrique
Rapaz, olha que os logótipos “Compact Disc Digital Audio” e “DVD” são marcas registadas. Não queiras uma inspecção “…AE” . Just kidding, ol’chap…
Amigo Henrique:
Para hoje temos a óptima notícia que é o facto do Henrique me dar a conhecer obras do Knopfler que eu não conhecia: A Shot At Glory; Metroland; Comfort And Joy;
Ora, consultando o meu e-mule verifiquei com agrado que todos eles estão «downloadáveis»; mais umas horas e estarei a ouvi-los; depois cá deixarei para a minha avaliação.
Outra coisa que desconhecia era que esses 3 gurus mundiais da bateria, katché, hakim e porcaro (infelizmente desaparecido e mentor de uma das minhas bandas de culto – TOTO) já tinham a companhado os Straits; de facto eles merecem-se todos!!! (lol) Tudo gentalha que não toca nadinha…
Aproveito para lhe aconselhar vivamente o último álbum dos Eagles – Long road out of eden! Um regalo para os ouvidos; quem é bom, mesmo nos tempos de hoje, não sabe fazer má música. Muito recomendado!
http://www.eaglesband.com/
Um abraço e até…já!
Paulo Carvalho
Amigo Baixo: quanto aos logos CD e DVD eu paguei milhares de euros è Philips e à Sony pelos direitos de utilização, mas disseram-me que para o meu site era de borla, dada a importância mediática do mesmo…..lololololololol
Abç
Obrigado pela dica relativa aos Eagles.
Quanto a esses 3 álbuns se o Paulo quiser posso enviar os mp3 por mail.
Penso que tenha aí o meu endereço do gmail, já que é requerido para deixar um comentário.
Obrigado Henrique, mas já estou a descarregá-los. Prepare-se para me fazer uma visita guiada pelas 3 obras…
Abç
Ok. É só questão de ver um bitrate jeitoso e em relação ao “A Shot at Glory” tenho ideia que haviam uns erros nalguns ficheiros. Mas hoje em dia é natural que já saque na perfeição.
“Metroland” é um trabalho multifacetado. Como disse anteriormente retrata o conflito de gerações entre 60 a 90, entre Paris e Londres. Logo, abarca um sem número de estilos, incluindo até faixas do grande Django Reinhardt, Françoise Hardy ou Elvis Costello.
Digamos que será um trabalho estranho à primeira audição, mas destacaria “A Walk in Paris” (com um magnífico diálogo entre guitarra e clarinete, e contrabaixo a marcar o ritmo) e a última faixa, “Metroland”, com uma letra ao nível altíssimo de Knopfler.
“Comfort And Joy” é um EP lançado em 1984, que assenta em 2 faixas jazz/rock (uma a começar, outra a acabar), tendo a meio “A Fistful Of Icecream”, uma faixa com ambiente siciliano, tendo um início baseado na melodia de “Private Investigatios” e que com a entrada gradual de bandolins e cavaquinhos transforma-se em balada típica da “camorra”.
Bem, deixando o melhor para o fim, ficam as viagens celtas de “A Shot at Glory”. Uma mistura da tradição celta com elementos novos nem sempre usados em comum.
Destaco “Hard Cases”, com uma abertura fantástica, “Training” e “The New Laird”, instrumentais na tradição celta (tendo “The New Laird” uma excelente percussão), o inevitável e electrizante “Four in a Row” (que fez com que há uns anos atrás os meus sobrinhos, aos saltos ao som desta música, me tivessem partido a cama), e onde convém ouvir a melodia a ser tocada ao mesmo tempo por vilolino e guitarra, com uma precisão fantástica e ritmo alucinante. Destacaria também a balada “All That I Have In The World”, a beleza das palavras e da melodia, e ainda “Wild Mountain Thyme”, a melhor forma para terminar este disco.
Fantástico! Isto sim é serviço público…lol!!!
Muito obrigado Henrique pelas dicas.
Abraço
E já agora…:
METROLAND
Yearning, we were yearning
Green light blinding on the rail
Burning we were burning
And the line unwinding to the Holy Grail
To the future gleaming on a blue horizon
And a golden girl on golden sand
Dreaming, fantasizing
In another world from Metroland
I’ve danced in rain and I’ve been Django
And I’ve got laid
I’ve been a Rolling Stone
I’ve been Verlaine
And I’ve been Rimbaud
Not afraid to walk alone
And now I take my midnight ramble
Do I fold or play what’s in my hand
What’s at stake and what’s the gamble
Do I stay in Metroland?
Dreams, yesterday’s laughter
Ghosts and lovers come back to play
But dreams have a morning after
And run for cover
In the light of day
I got something real worth holding on to
I can belong to and understand
I’ve made my deal
I will go on to
Make my peace with Metroland
Bem, gostaria de parabenizar os inteligentes comentários a respieto do novo trabalho de Mark Knopfler> “Kill to Get Crimson” .
Convido todos os fãs aqui presente, a visitarem meu modesto blog>> Dire Straits Bootlegs BR —> <—
Lá eu disponibizo Bootlegs para download, vídeos, entrevistas, enfim, tento fazer do espaço, um lugar para o fã do Dire Straits e Mark Knopfler, possa contemplar o universo Knopfleriano de forma diferenciada! ^^
http://dsbootlegs.blogspot.com/
Até +!!!
Olá pessoal:
Discussões bárbaras! MarK Knopfler já não tem nada para provar, mesmo que tocasse apenas o malhão em gaita de beiços!!!! Não ouvi sequer ainda o novo álbum.
Companheiro, os nosso gostos musicais confundem-se um pouco, mas Michael Bublé??? É mau de mais . Não consigo gostar. Nem sequer acho a voz dele um espectáculo. Prefeiro ouvir o Robbie williams no “Swing when you’re winning” de 2001.
Recomendo-te qualquer álbum de Patrícia Kaas
http://www.youtube.com/watch?v=1FmiASedXgU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=7HW1rA8dGlA&feature=related
; Le grand spectacle du son da JM Lab (essa mesmo, a das colunas); Katie Melua “Pictures” e ” last but not least” Vozes da rádio “Sete pico, oito e coisa nove e tal!” uma mestria de vozes. O pior cantor que ouves é o Reininho, meu deus… Ouve Nat King Kole “The spanish remixes”.
Faz uma busca por “Palavra cantada”. Ouve com atenção e vais ver que coisas simples interessantes e criativas se descobrem .Procura especialmente “Bolacha de água e sal”.
Paul Simon “You’re the one” (2000) Também nunca perde o jeito. http://www.paulsimon.com/node/211
Um abraço e Amanhã seremos muitos.
Venham mais cinco…
Meu querido: obrigado pelas dicas de novos discos. Vou investigar e ouvir. Agora, de facto, discordamos numa coisa: Michael Bublé é muito bom; é o melhor seguidor de Frank Sinatra e Paul Anka; assim o sinto! Concordo contigo em relação ao Robbie Williams.
Abraço